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Dilma: Governo novo, ideias novas

Meu voto Existem pessoas que definem sua atual condição econômica e social "graças ao seu esforço, vontade, determinação..." Então, de 1989 até 2003, por exemplo, por que não ficaram ricas - com os juros bancários? Não fui ao estrangeiro, mas vi muita gente, ao longo dos últimos 10 anos,  que abriu seu próprio negócio e "deu certo"; pessoas que pagam o tratamento dentário de seus filhos adolescentes; convênio médico; praças de alimentação em shoppings lotadas; companhias aéreas com passagens esgotadas; rodovias congestionadas em feriados prolongados... Sem contar aqueles que adquiriram, pela primeira vez, um automóvel 0km - não popular. Meu voto por tudo que o Brasil é: uma imensa maioria de negros, indígenas - pela primeira vez em séculos -  com acesso a escola, moradia e ensino superior. Voto em Dilma Roussef pelo que o país é hoje e pela implementação das mudanças  que necessita. 13!

Meu nome

Olá! Eu me chamo – quer dizer, não escolhi esse nome, assim como não me recordo de ter me chamado para ver se eu estava presente ou ausente, principalmente na sala de aula onde eu tinha (porque deram-me) um número. Contudo, gosto do nome que tenho. Tendo desse modo dito quem sou, em outras palavras, porque tenho um sobrenome e um nome a associar-me como membro de um grupo de humanos, às vezes com as mesmas características, outras vezes gostaria que o dna do ISIS apontasse que aqueles caras... deixa pra lá! Pertencem à raça humana? Já estudei em várias salas de aulas, com várias pessoas – algumas, em verdade bem poucas, morreram. Portanto, não sou tão avançado em idade: sou quase jovem. Não é bom? Vamos lá, seja sincero, afinal quem envelhece – o corpo – não está na moda. Eu, quando não me chamam, gosto de ler livros, jornais, revistas [de tirinhas a assuntos de economia], gosto de música - erudita, étnica, rural, não objeto de consumo. Gosto do saber, do conheciment...

Sampa pela Copa

Publicação by São Paulo City . Isto é quase, bem próximo, do que é a real cidade de São Paulo. Subúrbio é um termo apreciado pelos franceses. Não é exclusivo do idioma, vem do latim,  mas é um vocábulo que identifica o que existe em torno da cidade. Assim, não há, no vídeo, o subúrbio com seus vários sorrisos. Acho que a criatividade cairia muito bem na periferia do poético show de imagens. São Paulo, a cidade com suas cidades, sonoras vaidades, idade  da modernidade afinidade com identidade de todos os cantos. Quem te vê não cabe a vida em uma única cidade.

Papel de padaria

Só estão conseguindo fazer esse barulho todo, esse tal de “Não vai ter copa!” porque a obra – as obras todas – é gigantesca tanto em sua execução quanto em seus desdobramentos. Qual foi a grande obra dos encastelados nos grandes bancos, dos privativistas? Fizeram tudo silenciosamente… só para uns poucos… Isto é, quando fizeram. Pegue um papel de padaria e tente anotar. Se a abertura da Copa fosse no Morumbi não traria os mesmos benefícios para a cidade de São Paulo, pois  é uma área com sua infraestrutura (cultural, viária e urbanística), ainda que necessite de ajustes, consolidada. Quando há benefícios para a “ralé” da sociedade fazem barulho, [gritam, esperneiam] surgem defensores da moral e da ordem: “estão gastando o dinheiro dos nossos “himpostos”! Hipócritas, preferem fazer “doações” e incluir a doméstica e seus filhos como dependentes do IR a vê-la inscrever seu filho/a no ENEM, Prouni ou pagar a prestação do Minha Casa Minha Vida. Deixar d...

Não tem graça

Não tem graça alguma o secretário-geral da Fifa distribuir comentários depreciativos contra a população brasileira. Não tem graça porque se pressupõe de educação refinada, completa, superior aos demais continentes, o europeu esqueceu-se de que nenhum brasileiro - branco, negro, indígena... - deu início à primeira guerra mundial; criou os campos de extermínio na Polônia, Alemanha e países vizinhos; com os sucessivos saques ao oriente - Egito e Palestina - tem hoje o mais incrível museu - Louvre. Não tem graça. E olha que nós brasileiros não estamos tentando tomar ou retomar nadinha deles, povo de incrível civilização: não era brasileiro o imperador (civilizadíssimo) que invadiu Portugal, Alemanha, Espanha e Rússia. Não tem graça, aliás, tente achar graça correndo dentro das quatro linhas do gramado.

A música

Cuidar do próprio trabalho – frequentar cursos de qualificação, atualizar-se, pensar em investir em novas possibilidades – cuidados com a saúde, lazer; constituir família ou zelar da esposa/o; são tarefas corriqueiras de todo trabalhador contemporâneo. Mas, observe, não poucos são esmagados por um pensamento consumista cuja missão é extrair o máximo possível das energias do indivíduo enquanto ele é distraído com “vantagens e generosidades” do tipo adquirir o carro que lhe proporciona status e reconhecimento entre seus pares e que também consegue provar para os vizinhos que ele é um fulano relevante; equipamentos de última geração para manter-se conectado e ampliar as chances profissionais e de lazer; além de pacotes extremamente convidativos para um final de semana em resorts com centenas de opções de entretenimento; mais isto, mais aquilo mantem-no enebriado enquanto os meios de comunicação – também empregados como veículos essenciais para inspirar, acender o desejo – dão conta da fr...

Nós e Eles

Esse eles é uma referência aos E.U.A. e o nós, aos brasileiros. A condição econômica, organização da sociedade – ocupação geográfica – o desenvolvimento cultural e tecnológico e o “way of life” como sonho de consumo, aspiração de realidade. Com frequência ouvimos de pessoas, comuns e daqueles mais abastados, reclamações, murmúrios de coisas banais como a compra de um aparelho de TV, acesso a internet, qualidade da educação; o preço e a qualidade dos veículos fabricados no Brasil e tantas outros quesitos do cotidiano. Até é possível lembrar o slogan “quem compara compra melhor”. É assim que aparece a sugestiva ideia quando olhamos os dois países localizados nas extremidades do continente americano. Mas, os irmãos do norte levam vantagem, no sentido de ter coisas muito melhores que nós do sul e, sobretudo, latinos? Seria tristeza gigantesca se parássemos, para consultar, conferir apenas nossas conquistas. Nosso olhar para o exterior, a aparência, dos est...