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Mostrando postagens de julho, 2015

Flores e perigo!

“Viver é perigoso!”* O que você tem a dizer sobre esta frase – ela está correta, transmite certeza? Mas como é que podemos fazer para ultrapassar a linha do perigo e viver? Ou, se não houver perigo não é viver? Voê já viveu grandes perigos este ano? Olha que ainda estamos só no cemecinho do segundo semestre. Pois é, são terremotos e mais terremotos aqui em nosso quintal – porque é fácil dizer “as garotas nigerianas sequestradas pelo Boko Haram”, o Nepal... Quando olhamos para o outro e suas misérias abandonamos nossa indigência. Agarramo-nos num cipoal de certezas que nos leva a um êxtase inenarrável. Veja você os registros de intolerância, racismo, ódio, exclusão social e desejo de vigança. Não são exclusivos desses dias: exacerbam-se não porque há número maior de veículos e meios de comunicação, mas porque não é possível escondê-los. Nascem, tomam forma e multiplicam-se no seio da sociedade como produto, filho dela mesma. É um parto normal! Sem di...